
MSW Capital chega ao 5º fundo com R$ 540M sob gestão
Quando a MSW Capital lançou seu primeiro fundo multi corporativo, há pouco mais de uma década, o mercado brasileiro de corporate venture capital (CVC) ainda engatinhava. O que havia era a aposta da casa de que grandes corporações poderiam ser mais que apenas um cheque para as startups, mas o impulso que faltava para fomentar a inovação no país.
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Quando a MSW Capital lançou seu primeiro fundo multi corporativo, há pouco mais de uma década, o mercado brasileiro de corporate venture capital (CVC) ainda engatinhava. O que havia era a aposta da casa de que grandes corporações poderiam ser mais que apenas um cheque para as startups, mas o impulso que faltava para fomentar a inovação no país.
Onze anos depois, a tese da MSW parece estar no caminho certo. A gestora acaba de alcançar o marco de R$ 540 milhões sob gestão e anuncia o lançamento do seu quinto fundo, o BB Ventures 2.
Para os sócios Richard Zeiger e Moises Swirski, o marco do meio bilhão vem trazendo mais perguntas que respostas. “Será que a gente está fazendo certo? O que acontece agora? As perguntas vão mudar a gente de categoria. Nós começamos a deixar de ser uma boutique para ser uma gestora de médio porte”, afirma Moises, que fundou a MSW nos anos 2000, como uma boutique de assessoria em valuation e gestão de valor.
Em entrevista ao Startups, eles contam que a ideia é continuar olhando para as corporações como parceiros de negócios. “É realmente aproveitar o que as corporações têm de melhor, que normalmente não é o cheque, mas sim o canal, a expertise, gente muito boa, e levar isso a favor das investidas”, observa Richard.
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O universo do Corporate Venture Capital (CVC) é vasto e dinâmico, abrangendo uma gama diversificada de termos e conceitos que são cruciais para entender e navegar nesse campo.
O novo fundo e a aposta em IA
O BB Ventures 2 chega com um capital comprometido de R$ 115 milhões, mantendo o foco nas verticais de fintech, agritech e govtech, e incorporando dois ajustes relevantes. O primeiro é um olhar atento para a inteligência artificial.
“A gente vai olhar com mais carinho e muita atenção as empresas de IA. Não porque está na moda, mas porque hoje não tem como fugir”, afirma Richard.
O segundo ajuste é a abertura para rodadas Série B, algo que o fundo anterior não comportava. “Não que a gente vá deixar de ser early stage investor, mas quando tiverem oportunidades em que a gente enxergue que o banco pode contribuir, mesmo numa etapa um pouco mais tardia, a gente vai poder olhar”, explica o sócio da MSW.


